Pai é uma mãe sem requisito do parto. Mas com instinto, percepção, amor, carinho pretensão, proteção e cuidados na analogia materna. Retido pelo machismo e costumes primitivos essas qualidades contidas no seu interior, convertia-se em ações grosseiras de cobrança à esposa e violência em relação aos filhos. Com o desenvolvimento psíquico da humanidade e sociedade, vêm se libertando de um mal prejudicial a ambos. Hoje já há imenso número de pais com total assimilação maternal com ressalva à gestação que é o encanto predominante da mãe como é ser mulher. O pai de hoje, dissemina a mãe subsistente no seu interior.
Parabéns a todos os pais, aos que ainda não, mas são hábeis
fecundantes, e também àqueles que não aptos por ordem superiora.
Beserra
08/11
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